segunda-feira, 26 de abril de 2010
sábado, 10 de abril de 2010
Alunos visitão unidade de conservação




Essas são algumas imagens da escursão, feita pelos alunos do 2°ano do ensino médio da Escola Estadual Pedro Bianchine, a uma unidade de conservação no município de Marcelãndia.
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sexta-feira, 26 de março de 2010
Todos pela Amazonia
'Todo mundo quer proteger e desenvolver a Amazônia. Estamos apresentando meios concretos para que isso aconteça', disse o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, ao anunciar nesta quarta-feira (24/03) a conclusão do Macrozoneamento Ecológico-Econômico (MacroZEE) da Amazônia Legal, após cinco anos de um amplo processo de estudos e negociação.
Considerado um instrumento de planejamento e gestão ambiental e territorial, o MacroZEE da Amazônia Legal pretende promover a transição do atual modelo de desenvolvimento da região para um modelo de desenvolvimento sustentável.
As ações para o monitoramento por satélite em ampla escala da Amazônia Legal são feitas em paralelo com os esforços dos governos federal e estadual de realizar o georreferenciamento de cada propriedade rural na Amazônia. Essa meta foi reforçada nesta quarta-feira com a assinatura dos acordos de cooperação para a realização do CAR(cadastro ambiental rural).
O primeiro acordo foi entre o Ministério do Meio Ambiente, o estado do Mato Grosso, o estado do Pará e o Instituto de Conservação Ambiental The Nature Conservancy (TNC) e envolve R$ 6,6 milhões do Fundo Fiduciário do PPG-7- Banco Mundial. O segundo, entre o Ministério do Meio Ambiente, o estado de Mato Grosso e a Prefeitura de Marcelândia, MT, conta com R$ 800 mil do governo da Noruega. E o terceiro acordo, entre o Ministério do Meio Ambiente e o TNC, conta com recursos da ordem de R$ 30 milhões do Fundo Amazônia, Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e do Banco Mundial, geridos pela TNC.
Considerado um instrumento de planejamento e gestão ambiental e territorial, o MacroZEE da Amazônia Legal pretende promover a transição do atual modelo de desenvolvimento da região para um modelo de desenvolvimento sustentável.
As ações para o monitoramento por satélite em ampla escala da Amazônia Legal são feitas em paralelo com os esforços dos governos federal e estadual de realizar o georreferenciamento de cada propriedade rural na Amazônia. Essa meta foi reforçada nesta quarta-feira com a assinatura dos acordos de cooperação para a realização do CAR(cadastro ambiental rural).
O primeiro acordo foi entre o Ministério do Meio Ambiente, o estado do Mato Grosso, o estado do Pará e o Instituto de Conservação Ambiental The Nature Conservancy (TNC) e envolve R$ 6,6 milhões do Fundo Fiduciário do PPG-7- Banco Mundial. O segundo, entre o Ministério do Meio Ambiente, o estado de Mato Grosso e a Prefeitura de Marcelândia, MT, conta com R$ 800 mil do governo da Noruega. E o terceiro acordo, entre o Ministério do Meio Ambiente e o TNC, conta com recursos da ordem de R$ 30 milhões do Fundo Amazônia, Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) e do Banco Mundial, geridos pela TNC.
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“Marcelândia é um exemplo a ser seguido”, diz Minc
A cidade de Marcelândia foi considerada um exemplo a ser seguido pelo Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, em reunião realizada no dia 10/11/2009, em Brasília. A pedido da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), que levou uma comitiva de mais de 20 pessoas da sociedade civil organizada da cidade, Minc recebeu a parlamentar e o grupo e tiveram um encontro com mais de 30 minutos de duração. Eles expuseram ao ministro o problema da sustentabilidade do município que saiu da lista dos mais devastadores com Brasil, para se tornar exemplo de sustentabilidade.
O grupo, liderado pelo presidente da frente Trabalho de Marcelândia, Sr Arnóbio, e pelo prefeito, Adalberto Navair Diamante, levou à Minc documentos comprovando a retração do desmatamento no município, bem como as alternativas para a sociedade conseguir sustentabilidade sem a exploração da madeira. "Trouxe este grupo aqui, Ministro, porque eles necessitam apresentar planos para pedir seu apoio", disse Serys.
O grupo, liderado pelo presidente da frente Trabalho de Marcelândia, Sr Arnóbio, e pelo prefeito, Adalberto Navair Diamante, levou à Minc documentos comprovando a retração do desmatamento no município, bem como as alternativas para a sociedade conseguir sustentabilidade sem a exploração da madeira. "Trouxe este grupo aqui, Ministro, porque eles necessitam apresentar planos para pedir seu apoio", disse Serys.
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sábado, 27 de fevereiro de 2010
Estrada do rio do ouro.
Caminhonete atravessando estrada alagada no rio do ouro em marcelândia mato grosso. Isso sim é diversão!!
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Leilão de madeiras apreendidas garante construção de abrigo para menores
Após constatar que madeiras apreendidas por ilícitos penais-ambientais no município de Marcelândia estavam apodrecendo nos pátios públicos, a Promotoria de Justiça da cidade encaminhou um pedido de providências ao Judiciário e garantiu a realização de um leilão. O dinheiro arrecadado com a venda das madeiras apreendidas, cerca de R$ 70 mil, foi investido na construção de um abrigo para menores.
De acordo com o promotor de Justiça Dannilo Preti Vieira, no pedido de providências encaminhado ao Poder Judiciário foi estabelecido que a madeira não poderia ser vendida por valor inferior a 60% do preço de pauta de mercado. No documento também foi definido que eventuais sobras de dinheiro deveriam ser revertidas ao Conselho da Comunidade.
“Após a aquisição do imóvel, foi realizada uma prestação de contas que teve o acompanhamento e fiscalização do Ministério Público. Porém, o que deve-se destacar é que a situação em que se encontrava o material apreendido era inconcebível, diante das necessidades que enfrentavam os menores de Marcelândia”, disse o promotor de Justiça.
Segundo ele, o próximo passo do Ministério Público é tentar garantir, com as futuras vendas de madeiras oriundas de ilícitos penais-ambientais, a construção do Lar dos Idosos. A iniciativa está embasada no Provimento 03/2009/CGJ que regulamenta os procedimentos para a doação e a alienação judicial de produtos florestais apreendidos em processos ambientais.
A 'Instituição de Acolhimento' de menores foi inaugurada no Dia das Crianças, em 12 de outubro. O local tem capacidade para atender 10 crianças.
Essa é mais uma ação feita em Marcelândia, que demonstra a preocupação com os cidadãos e com o desperdicio.
Informção adiquirida no http://www.mp.mt.gov.br/conteudo.php?pageNum_Pagina=5&sid=58&cid=45814&totalRows_Pagina=2076
De acordo com o promotor de Justiça Dannilo Preti Vieira, no pedido de providências encaminhado ao Poder Judiciário foi estabelecido que a madeira não poderia ser vendida por valor inferior a 60% do preço de pauta de mercado. No documento também foi definido que eventuais sobras de dinheiro deveriam ser revertidas ao Conselho da Comunidade.
“Após a aquisição do imóvel, foi realizada uma prestação de contas que teve o acompanhamento e fiscalização do Ministério Público. Porém, o que deve-se destacar é que a situação em que se encontrava o material apreendido era inconcebível, diante das necessidades que enfrentavam os menores de Marcelândia”, disse o promotor de Justiça.
Segundo ele, o próximo passo do Ministério Público é tentar garantir, com as futuras vendas de madeiras oriundas de ilícitos penais-ambientais, a construção do Lar dos Idosos. A iniciativa está embasada no Provimento 03/2009/CGJ que regulamenta os procedimentos para a doação e a alienação judicial de produtos florestais apreendidos em processos ambientais.
A 'Instituição de Acolhimento' de menores foi inaugurada no Dia das Crianças, em 12 de outubro. O local tem capacidade para atender 10 crianças.
Essa é mais uma ação feita em Marcelândia, que demonstra a preocupação com os cidadãos e com o desperdicio.
Informção adiquirida no http://www.mp.mt.gov.br/conteudo.php?pageNum_Pagina=5&sid=58&cid=45814&totalRows_Pagina=2076
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